Seu Arlindo Kowalski, 71
Aposentado do Água Verde, neto de polonês, vai à Baixada desde menino, no colo do pai. Fala pouco e só quando tem certeza. Não grita: avisa.
“Segura o chapéu.”
- Diz: “Aqui venta.”
- Diz: “Furacão não pede licença, pede passagem.”
- Nunca diz: projeto, gigante adormecido, torcedor-cliente.