Tudo que vem depois da barra.
A houzi/ é o lado Dev da Houzi. Sistemas, apps e IA sob medida, ligados no que a sua empresa já usa, do ERP à campanha, e com o repositório no seu nome.
Sua empresa já tem um sistema. Ele se chama planilha.
Lead do anúncio caindo em planilha, pedido digitado duas vezes, três programas que não se falam. Ninguém chama isso de sistema, mas é o que roda todo dia.
Começa lendo esse log com você: onde o dado é digitado duas vezes, onde a planilha virou sistema, onde o lead esfria. Daí sai o que vale construir do zero e o que vale só ligar.
Ver o que dá pra ligarCinco commits até o ar.
Cada etapa termina numa coisa que você usa, não num relatório. A primeira versão vai pra mão de quem trabalha antes de a gente chamar de pronta.
Monta o caminho. A gente mostra o tamanho.
Dá um nome, marca o que entra, o que o sistema faz e onde ele aparece. O diagrama monta o projeto e estima prazo e time. É conversa, não orçamento: o número de verdade sai do diagnóstico.
Estimativa ilustrativa pra conversa. Prazo, escopo e investimento de verdade saem do diagnóstico.
Sistemas, apps e IA. Um time só.
Três frentes no centro e o que liga elas ao resto da empresa: integração, automação e painel. Branding e social media ficam com o Design, na mesa do lado.
O repositório nasce no seu nome.
Software que só o fornecedor entende é aluguel disfarçado. Na houzi/, repositório, acessos e documentação ficam com você desde o primeiro commit.
seu-sistema
Depois do deploy, a gente fica.
Monitoramento, alerta e suporte com prazo em contrato. Se algo cair, a gente sabe antes do seu cliente.
Três caminhos que a gente sempre abre.
Exemplos de formato, não de clientes. Cada empresa liga as peças do seu jeito.
Pergunta. A gente responde.
Design e Dev são a mesma Houzi?
São. O Design cuida de branding e social media; o Dev, de sistemas, apps e IA. Mesmo contrato, mesma mesa: quem faz a campanha senta do lado de quem escreve o código, e o lead não cai entre um e outro.
Quanto custa um sistema sob medida?
Depende do que liga e de quanta gente usa. Por isso começa com um diagnóstico curto, pago à parte, que vira escopo fechado com prazo e investimento. Se você não seguir, o diagnóstico é seu e serve pra qualquer fornecedor.
Em quanto tempo fica pronto?
Um sistema ou app chega à primeira versão em uso real entre 6 e 16 semanas, conforme o tamanho. Um assistente com IA começa por um piloto de duas a quatro semanas. O /monta dá uma ideia; o diagnóstico dá o número.
O código fica com quem?
Com você. O repositório nasce na conta da sua empresa, os acessos de servidor e de serviços ficam no seu nome e a documentação vai junto. Dá pra trocar de fornecedor quando quiser, sem pedir licença.
Eu já tenho um sistema. Precisa jogar fora?
Quase nunca. Muitas vezes o melhor projeto é ligar o que existe: integrar o ERP, automatizar o copia-e-cola, criar um app em cima dos dados que já estão lá. Quando o sistema antigo trava o negócio, a gente migra por partes, sem parar a operação.
Vocês dão manutenção depois?
Sim, com contrato de sustentação: monitoramento, correções, atualizações de segurança e pequenas evoluções, com prazo de resposta definido. Se você preferir um time interno, a gente faz a passagem.
E IA, faz sentido pra mim?
Faz quando tem dado e pergunta que se repete: atendimento, busca em documentos, resumo de pedidos, previsão de estoque. A gente testa num pedaço pequeno antes de prometer. IA sem dado organizado é demo, não sistema.
O que vem depois da barra?
Escreve o nome do projeto. Em meia hora de conversa a gente diz se dá, como e por onde começar.